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Não lido Ter, 26 de Outubro de 2010   #6
paugui
 
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Mensagens: 12
paugui está no bom caminho
Re: Porque não existem baterias electrónicas analógicas no mercado?

Citação:
Mensagem Original de João Cabrita Ver Mensagem
Muitos módulos digitais têm imitações da Simmons bastante bons.
No meu caso, tenho uma Alesis DM5 onde tem sons Simmons.

Penso que uma bateria dentro desses parâmetros (exclusivamente) com sons analógicos, é pouco versátil logo não teria mercado (talvez pequenos nichos)....

Abraço
É verdade que consegues reproduzir sons semelhantes, mas pela minha experiência, se fazes alterações nos sons em tempo real, não é a mesma coisa...
E os sons geralmente acabam por ser mais estáticos.
É o mesmo que acontece com os synths analógicos vs samplers, se usas um sample sem o tentares manipular em tempo real tem bom som, se tentas fazer algumas alterações, já notas que não é a mesma coisa...


Citação:
Mensagem Original de João Cabrita Ver Mensagem
JoCab1969 adicionou o seguinte texto, 2 minutos e 28 segundos depois:

Quém tem essas baterias não se desfaz delas pois são peças de museu!
Tal como os Rhodes.

Abraço
Depende... eu comprei a minha Pearl DRUM-X por menos do que o que vejo por baterias electrónicas "modernas" de gama mais baixa serem vendidas em segunda mão.
E pelo que já li, a única desvantagem a sério que tem para uma Simmons ou uma Tama TechStar é que não tem controlos para modificar o som em tempo real...
Mas o som é simplesmente brutal.

E pelo que tenho visto, synths de percussão analógicos normalmente ficam por muito menos que caixas de ritmos analógicas tipo as Roland TRs.

Não é que me pareça pouco justo, mas acho que é curioso como esse tipo de equipamentos está bastante bem cotado e o equipamento semelhante mas com pads para tocar em vez de um sequenciador se vende por muito menos...

paugui adicionou o seguinte texto, 7 minutos e 53 segundos depois:

Citação:
Mensagem Original de Stitchz Ver Mensagem
Não me parece que os 128 níveis do midi seja o grande responsável pela falta de expressividade dos módulos de bateria electrónica.

O que acontece é que na maior parte dos módulos os samples usados para a "base" do som trigado são 3 ou 4 por peça (para poupar espaço) o que faz com que o som não mude muito consoante a dinâmica. Em contrapartida um som "analógico" mesmo que só com 128 níveis soa muito mais expressivo porque pode mudar radicalmente de um extremo de dinâmica a outro.

Com um bom banco de samples de uma bateria real o problema de falta de dinâmicas é resolvido, dentro dos tais 128 níveis de midi. Daí as ddrum e os samplers tipo BFD, Superior e afins.
Mas mesmo nas Roland TDs só há 3 ou 4 samples?
É que pelo que li a comparação era mesmo com todas as baterias electrónicas, que com os níveis extra de triggering se conseguia bastante mais expressividade.

Eu infelizmente não tenho qualquer experiência com baterias electrónicas mais modernas.
Tenho um kit de controladores da KAT (que por tudo o que tenho lido parece ser uma das melhores marcas), mas como já vi que não quero tocar "intensivamente", que infelizmente não parece que tenha talento natural para isso e o tempo para praticar também não é muito... e como também não tenho o equipamento para montar esse kit, acabei por não o usar...
Penso que com esse software que falas ficaria com um kit espectacular mais moderno, mas o que me fascina mais são baterias mesmo com sintetizadores para programar sons electrónicos bem interessantes.

Já experimentei uma Roland TD e pareceu-me porreira, mas posso-te dizer que as que são controladas por triggering analógico, como essa minha Pearl DRUM-X, conseguem ser bastante expressivas.
Pelo menos deu-me bastante gozo a tocar com ela.

Última edição de paugui : Ter, 26 de Outubro de 2010 às 18:22. Razão: Mensagem automaticamente fundida/mesclada pelo sistema.
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